Exames detectam a possibilidade de parto prematuro

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Já ouviu falar nos exames “Fibronectina” e “amnisure”? Eles são procedimentos complementares que podem ser indicados pelo médico em casos de gravidez de risco. O primeiro mostra se há probabilidade de parto prematuro, por meio dessa substância (fibronectina), que é liberada através do colo do útero. O obstetra Roberto Cardoso, coordenador da área de Medicina Fetal do Femme Laboratório da Mulher, em São Paulo, explica que quanto mais substância tiver na região vaginal, maior o risco de parto prematuro, sendo que se o resultado do exame for negativo, a chance do bebê nascer nas próximas duas semanas é de menos de 10%, mesmo que existam contrações uterinas. Mas se for positivo, há probabilidade de 50% de parto nas próximas duas semanas.” O exame é indicado para gestações de 22 até 35 semanas e também para mulheres que têm contrações, tiveram parto prematuro anterior ou outro fator de risco, como gestação de gêmeos.

Já o teste amnisure detecta uma proteína placental, presente no útero, para saber se a gestante está perdendo líquido amniótico ou não. “É importante saber, pois se existe um rompimento da bolsa tem risco de infecção para a mãe e para o bebê ou aumento da chance de parto prematuro”, explica o obstetra. Em caso de positivo, a probabilidade de estar perdendo líquido é de 99,9%. Se for negativo, a chance de não haver perda de líquido amniótico é de 99,1%. O exame pode ser realizado por gestantes entre 15 e 42 semanas. No Laboratório Femme, os resultados são obtidos cerca de 60 minutos após a realização do exame.

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