Câncer de mama: fique de olho!

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O câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil, mas o que é mais triste é saber que muitas vão embora cedo porque deixaram de lado o cuidado com a própria saúde, já que se diagnosticado precocemente as chances de cura são bem altas! Segundo o Instituto Se Toque, um dos maiores apoiadores dessa causa no país, quando o nódulo tem o tamanho de até 1 centímetro as chances de cura são de 95%, caindo para 85% de 1 a 2 cm; 60% de 2 a 3 cm; e 30% acima de 3 cm. E só para você ter uma ideia, para que o nódulo chegue a 1 centímetro demora, em média, 8 a 10 anos! É muito tempo sem fazer o diagnóstico precoce para que isso aconteça.

Por isso, vá ao ginecologista todo ano, especialmente se você já tem 40 anos, e faça a mamografia, que nada mais é do uma radiografia das mamas, que ao comprimir os seios é capaz de detectar o tumor, mesmo quando ele ainda não é palpável. O olhar mais atento para quem tem a partir de 40 anos acontece porque antes dessa idade a mulher menstrua normalmente e as mamas são muito densas, dificultando o diagnóstico. Mas se sua mãe, filha ou irmã já tiveram a doença, as chances de você ter também são quatro vezes maior. Daí a necessidade de fazer a mamografia a partir dos 35 anos, aliada à ressonância magnética. Este último exame, aliás pode ser solicitado, assim como o ultrassom, se você tiver dúvidas em relação à mamografia, afinal, alguns tumores podem “passar batido” da mamografia.

Apalpar os seios também ajuda a encontrar algum caroço, mas o problema é que o nódulo só pode ser sentido quando já está maior. Se você encontrou algo suspeito, por mais “bobo” que possa parecer, procure um médico o quanto antes. Ele vai fazer o seu acompanhamento.

E se você está grávida ou tem um bebê, saiba que amamentar protege contra o câncer de mama! Isso mesmo: de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, mulheres que amamentam por mais de seis meses têm menos chances de desenvolver a doença devido à substituição de tecido glandular por gordura nas mamas.

Vi esse vídeo no site no Instituto Se Toque e achei bem interessante:

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