A gripe H1N1 chegou mais cedo este ano. Proteja sua família!

gripe h1n1Quem não lembra a comoção que causaram os primeiros surtos da gripe H1N1? Desde o primeiro surto até agora já se passaram 7 anos. E ele continua firme e forte. Conhecido por concentrar casos nos meses do inverno, quando gripes e resfriados são mais frequentes, o vírus deu às caras mais cedo este ano. Até agora são 260 casos confirmados em São Paulo, somando 38 mortes. E olha que acabamos de entrar no outono.
E, ao contrário do que muita gente pensa, a gripe H1N1 não é diferente da gripe comum. Ambas são causadas pelo vírus influenza. Grávidas, crianças menores de 2 anos idosos e pessoas com doenças crônicas são as mais suscetíveis à infecção. No caso da H1N1, há ainda as chances de complicações em jovens, que geralmente não são afetados pela gripe comum.
Sintomas
São os mesmos da gripe comum: febre, tosse, dor de garganta e coriza, combinados a outros como indisposição, dor no corpo, desânimo e falta de vontade de comer. As chances de ter mais dificuldade para respirar, conhecida como síndrome respiratória aguda grave, contribui maior risco de internação, daí a importância de procurar um pronto socorro o quanto antes.

Diagnóstico só com exames
Justamente pela semelhança dos sintomas não dá para dizer apenas com o exame clínico se a gripe é mesmo a H1N1 ou outro tipo. Para se livrar da suspeita, o médico deve pedir os testes PCR ou o painel viral. O material para análise pode ser a própria secreção do nariz, que é aspirada, ou a saliva, colhida com uma espécie de haste flexível. Vale lembrar que quando uma pessoa é contaminada o vírus permanece no organismo depois de 10 dias dos primeiros sinais.strong>

Prevenção é a melhor saída
Novamente devido à semelhança dos sintomas, a vacina para gripe comum vale para o H1N1. Essa é a melhor forma de imunizar o organismo. O problema é que no SUS ela só chega com a campanha de vacinação, bem no fim de abril. Enquanto a imunização não acontece, vale colocar em prática ou reforçar os seguintes cuidados: lave a mãe com água e sabão frequentemente e carregue álcool gel à tiracolo, pois ao tocar em locais contaminados você pode pegar o vírus. Também vale evitar lugares com muita gente ou o contato com pessoas que já estão gripadas. Não fique preocupada com espirros ou tosse perto de pessoas contaminadas, pois o vírus NÃO é transmitido pelas vias respiratórias. Em tempo: se você quer e pode, a vacina já está disponível no sistema privado de saúde.

Nada de automedicação
Isso vale tanto para você quanto para seu filho. Se notar algum sintoma relacionado à gripe, procure um médico o quanto antes. Se estiver grávida, não espere passar de 72 horas após os primeiros sintomas para ir até o pronto socorro.

Fonte consultada: Crescer

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